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O crescimento do ciclismo como opção de mobilidade urbana e a necessidade de segurança e mais informação

A Moção nº 47/2016 e a Indicação nº 3291/2016, ambas de Campos Filho, mostram a realidade vivida por milhares de pessoas que se utilizam da bicicleta no seu dia-a-dia, seja para o esporte, seja para o transporte, seja para o lazer: a falta de segurança e de informação sobre as regras de trânsito e convivência entre veículos motorizados e não motorizados

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Quando se fala, ou se ouve falar no termo “mobilidade urbana’, imagina-se a questão do deslocamento das pessoas dentro dos centros urbanos, e logo nos vem a mente o congestionamento de veículos, ônibus lotados, rush para ir e voltar do trabalho, poluição do ar, poluição sonora, preço do combustível, e finalmente o tempo que gastamos nessa loucura.

Isso tudo só leva em consideração a vida das pessoas comuns, mas junto com elas, também, e no mesmo espaço, estão os problemas que enfrentam o mercado, tal como a logística (transporte de mercadoria); o horário de funcionamento das empresas e comércios e eventuais atrasos de seu quadro de funcionários; e ganha dimensão, quando as cidades crescem e começam a ter seus limites territoriais se aproximarem, tornando-se regiões metropolitanas, e consequentemente temos os transportes intermunicipais, interestaduais, etc.

Mas o nosso foco, nesta reflexão é apenas um dos aspectos desse conjunto da mobilidade, que deve ser harmônico e conviver entre todas as alternativas (ônibus, veículos, trens, motocicletas, etc.) que é o uso das bicicletas.

Curta História das Bicicletas

Curiosamente, diz-se que Leonardo da Vinci, chegou a projetar algum desenho que se assemelhava ao invento de uma bicicleta, mas que não chegou a ser concretizado. 650px-Bicycle_evolution-es.svgEm 1818, teríamos a primeira bicicleta (ou a mais antiga), sem pedal, com muita dificuldade para se utilizar; depois vieram evoluções em 1840, do ferreiro escocês Kirkpatrick Macmillan, que inventou pedal na roda traseira;
em 1855, um ferreiro francês Pierre Michaux, inventou o pedal, em um modelo chamado velocípede (duas rodas atrás e uma na frente);
em 1874, foi feita a primeira bicicleta com sistema de corrente ligada às rodas, projetada por H.J Lawson, e em 1880 o inventor inglês John Kemp Starley projetou a bicicleta mais semelhante como as conhecemos hoje, com guidão, rodas de borracha, quadro, pedais e correntes (fonte: http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/historia_bicicleta.htm).

De lá para cá, a bicicleta foi sendo introduzida no cotidiano das pessoas, como forma de ‘encurtar’ os caminhos.

A Vez dos Automotores e a Mobilidade Urbana

Com o advento dos veículos, é evidente que esses, pela velocidade que tinham capacidade de desenvolver, foram tomando espaço na vida das pessoas e nas vias públicas, até chegarmos ao ponto de já não encontramos lugares para se utilizar as bicicletas. Não, ao menos, com a devida segurança.

Em janeiro de 2015, já se estimava que até 2020, Campinas deverá ter mais veículos emplacados no município do que habitantes, de acordo com números oficiais, posto que a população cresce, de acordo com o IBGE, à razão de 1% ao ano, e o emplacamento de veículos à razão de 4% ao ano.(fonte: http://www.portalcbncampinas.com.br/?p=97437).

Com esses dados, é urgente que todos pensemos em formas alternativas de mobilidade, como trabalhar perto da residencia, trabalhar em casa (Home Office), e, no caso de não ser possível, meios de transporte que sejam rápidos, menos poluentes, coletivos, e outras tantas formas alternativas que, conjuntamente, promovam o deslocamento possível e sustentável a médio e longo prazo.

São ações importantes, mas que merecem reflexão, como apresentamos neste vídeo,  sobre as ciclovias, a necessidade de segurança e nossa ação a respeito:

Veja mais sobre a Moção nº 47/2016 em:  http://camposfilho.com.br/novo/?p=1133

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