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Aprovados em concurso tomam posse na Câmara

Aprovados em concurso tomam posse na Câmara

aprovadoconcursoCandidatos aprovados no concurso público de maio deste ano, começaram a tomar posse nesta quarta-feira (20/08) na Câmara Municipal de Campinas. A primeira a assumir o posto foi a professora Nely Alves Monteiro. Ela vai ocupar a vaga de Analista Legislativa/Pedagoga e passa a integrar o quadro de funcionários efetivo da Casa, lotada na Escola do Legislativo (Elecamp).

 Nely é a primeira de uma turma de 15 aprovados que tomará posse na sequência. Serão três Procuradores, três Contadores, um Auditor, três Relações Públicas (que trabalharão no Cerimonial), dois Analistas Legislativos/Administrador, um Analista Legislativo/Arquiteto e um Agente de Segurança.

“A minha expectativa é enorme. Soube que a Câmara vem passando por um período de transformações e já fui informada que entramos aqui com a missão de fazer acontecer”, disse ela, que nasceu em Santa Mercedes, uma cidadezinha de cerca de 3 mil habitantes na divisa de São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas que vivia em Vilhena, Rondônia. “Passei em alguns outros concursos, mas escolhi aqui pela estrutura da Câmara e pela cidade de Campinas”, acrescentou.

Realizado em maio deste ano pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), o concurso selecionou 84 candidatos em sete novas carreiras, de diversas áreas administrativas. Os que não tomaram posse agora serão convocados nos próximos meses.

O presidente lembrou a necessidade da reforma administrativa e a urgência das contratações.

Ele disse que há duas décadas, a Casa contava com 120 funcionários para atender a um grupo de 19 vereadores. “Hoje são 33 parlamentares e uma equipe de apenas 43 funcionários”, argumenta. “Há 20 anos, a Câmara trabalhava em cima de 55 mil processos por ano. Hoje, são quase 400 mil, com menos da metade dos funcionários. Isso mostra o quanto estamos defasados”, acrescentou Campos. O presidente lembrou ainda que grande parte servidores efetivos em atividade vão se aposentar num prazo máximo de cinco anos.

Campos Filho agradeceu o empenho dos servidores e vereadores na construção e implementação da reforma.

“Foi um processo que exigiu grande esforço de funcionários efetivos e temporários e que contou com o auxílio inestimável dos vereadores, sem os quais, isso simplesmente não teria ocorrido”, disse ele.

Para o presidente, a reforma administrativa não era apenas necessária. Segundo ele, tratava-se de uma questão de sobrevivência do Legislativo.
“Além da evidente carência de pessoal, a Casa ainda se debatia contra outros problemas. Preservava um grande número de procedimentos burocráticos morosos – quando não anacrônicos – dispunha de máquinas e equipamentos obsoletos, sistemas de comunicação arcaicos, que muitas vezes mais atrapalhavam que ajudavam e isso só poderia ser consertado com uma ampla reforma”, salientou.

Para Campos Filho, a reforma tem como objetivo primordial a modernização e a requalificação do servidor. “Só assim, com capacitação, poderemos ter um funcionalismo eficiente e pronto a dar respostas rápidas às demandas da população”, finalizou.

Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

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